Hoje ouvi numa estação de rádio local uma locutora dizer, acertadamente, que o medo de assumir o compromisso e a relação é algo cada vez menos exclusivo dos homens, e cada vez mais partilhado pelas mulheres.
Ela terminou deixando no ar uma frase que eu achei interessante: “Parece que hoje em dia, há quem tenha medo do lobo mau, e há também quem tenha medo de ser feliz para sempre.”.
Como mulher perguntei-me… Será que este comportamento foi uma aprendizagem, uma reacção ao comportamento deles? Ou será que este é o destino de todos aqueles, que alcançando por fim a sua autonomia como ser humano, têm-na como tão pouco certa, que não arriscam a entrega que o amor implica?
Inclinei-me para a segunda hipótese. E pensei ainda, que este hábito de buscar perfeições que não existem, de não tolerar alterações ao nosso cenário, é apenas uma boa forma de justificar o risco que não se assume e, consequentemente, adiar a partilha do “nós”.
Catarina Santos
Psicóloga Clínica e Psicoterapeuta Psicanalítica
Directora Técnica e Coordenadora da Equipa Psicopedagógica de A Casa Amarela.

Hi,
- e quando o capuxinho vermelho come o lobo mau, como é ke é? …aconteceu, ou foi por acaso.
- eu pelo-me toda, tu não?
PS. a culpa é das mãezinhas ke não educaram os filhinhos a não “mexer” muito no brinquedo novo, etc,… ao invés de ajudarem mais nas tarefas caseiras ke moem as costas, ke partem as unhas, etc.
1bjinho,
angela
Posts realmente interessantes de ler e reflectir.
Muito bom trabalho.